domingo, 17 de novembro de 2013

Elemento Químico Ouro

O ouro é um elemento químico de número atómico 79 (79 protões e 79 eletrões) que está situado no grupo onze da tabela periódica, tem massa atómica 197 e o seu símbolo químico é Au.
Existe somente um isótopo estável do ouro ( Au-197 ).
 A sua distribuição eletrónica é 2, 8, 18, 32, 18, 1. Em forma de ião pode ser Ouro (I) Au+ ou Ouro (III) Au3+                         

 


Em estado natural, o Ouro é sólido e apresenta coloração amarela metálica com muito brilho. Cerca de 40% do ouro de toda a Terra provém de jazigos do Transval na África do Sul, onde o ouro se encontra disperso num conglomerado. Também existem importantes jazigos na Sibéria, onde o ouro aparece em sedimentos. São também famosos os jazigos dos montes Urais. 


Como representante típico dos metais nobres, o ouro não é atacado nem pelo ar, nem pela humidade, nem pelos ácidos. Só se pode dissolver num meio ácido muito oxidante, com água régia (mistura de ácido nítrico e ácido clorídrico). O ouro é um metal maleável e, como tal, pela laminação podem obter-se lâminas de espessura muito reduzida (10-4 mm), denominadas folhas de ouro. Estas utilizam-se para cobrir gradeamentos de parques, estátuas, entre outros objetos. Por via eletrolítica podem conseguir-se lâminas de ouro ainda mais finas, que são usadas como elementos calefatores nas janelas de aviões, como escudo térmico em veículos espaciais, assim como nos vidros de janela para refletir a luz solar.
 



 A principal aplicação do ouro é em joalharia. Dado que, para este fim, o ouro é demasiado macio, liga-se com prata, cobre e platina. Na indústria utiliza-se o ouro para ligar os componentes elétricos nos circuitos integrados.




segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Modelos Atómicos

Ao longo dos tempos, foram surgindo diferentes modelos para explicar a forma e constituição de um átomo. À medida que a ciência progride, também progride a visão que o Homem tem do átomo, surgindo novos modelos que tentam explicar a sua constituição.

Modelo Atómico de Dalton


Durante muito tempo pensava-se que os átomos tinham forma esférica e que eram indivisíveis. No século XIX, um cientista chamado John Dalton propôs um modelo de representação do átomo com base nas ideias da altura. Dalton caracterizou o átomo como sendo esférico, indivisível e indestrutível.

 

 


 

Modelo Atómico de Thomson 

Um cientista de nome Joseph Thomson realizou, no final do século XIX, uma série de experiências tirar novas conclusões sobre a constituição de um átomo. Joseph Thomson concluiu que o átomo não era apenas uma esfera indivisível como tinha dito John Dalton. Esta esfera tinha carga positiva e no seu interior existiam partículas com carga elétrica negativa, a que se dá o nome de eletrões.
 




 
 
 
 

Modelo Atómico de Rutherford

No início do século XX, um cientista de nome Ernest Rutherford propôs um novo modelo de representação do átomo, com base em novos estudos por ele realizados.
Após diversas experiências, Rutherford concluiu que:
 
  • a maior parte do átomo é espaço vazio;
  • na região central do átomo, a que chamou núcleo, concentra-se toda a massa do átomo;
  •  o núcleo tem carga positiva;
  •  os eletrões giram em torno do núcleo, tal como os planetas em torno do Sol.
 
 
 

 

Modelo Atómico de Bohr

Niels Bohr, um cientista dinamarquês que já tinha trabalhado com Ernest Rutherford, completou em 1913, o Modelo Atómico de Rutherford.
Bohr concluiu que:
  • os eletrões se movem em torno do núcleo com órbitas circulares;
  • a cada órbita corresponde uma determinada energia;
  • os eletrões com mais energia movem-se em órbitas mais afastadas do núcleo.

 

Modelo da Nuvem Eletrónica

O modelo atómico visto como o mais correto, com base nos conhecimentos que hoje temos, é o Modelo da Nuvem Eletrónica.
Este modelo diz que:
  •  a zona central do átomo, a que se dá o nome de núcleo, é constituída por protões (partículas com carga positiva) e neutrões (partículas com carga neutra);
  • à volta do núcleo do átomo giram os eletrões;
  • os eletrões não têm órbitas bem definidas, realizam movimentos aleatórios em torno do núcleo do átomo;
  • na nuvem eletrónica, há eletrões que se encontram preferencialmente mais próximos do núcleo e outros que se encontram preferencialmente mais afastados;
  •  o núcleo é muito pequeno quando comparado com o tamanho da nuvem eletrónica. É possível por isso concluir que a maior parte do átomo é espaço vazio.
 
A partir de hoje as publicações do blogue serão relacionadas com a matéria de físico química do 9ºano. Obrigado e Bom ano-letivo.